
Dia 21
Bratislava começou com uma enorme caminhada a pé até ao centro da cidade, de mochila às costas. Bem não foi caminhar até ao centro pois a meio fartamo-nos de andar, apanhamos um autocarro, sem pagar claro, que nós não somos de cá.
Uma cidade pequena para uma capital, mas muito calma, bem arranjada. Vamos agora até ao centro do centro, a praça do teatro.
Muito arranjada, cuidada, com o Carlton no meio da praça, bonita.
A praça principal com as suas igrejas.
O palácio principal, rosa e com a sua praça.
Na catedral de Sto. Martim com a sua torre onde uma réplica da coroa húngara, em ouro, dá um brilho que ilumina o resto da cidade.
Do castelo de Bratislava a vista é larga. Mas o castelo também tem um charme especial.
Antes de partir, uma paragem no palácio da presidência, onde o orgulho desta jovem nação é exaltado a cada bandeira, que se mostra ao mundo em cada sopro do vento.
No final desta terceira semana o balanço económico é francamente positivo. Temos comido bem, dormido bem, e do orçamento previsto não foram gastos uns quantos euros. Já ocorreram imprevistos financeiros, mas já tivemos algumas benesses. Em termos turísticos correu tudo bem e em termos de resolução de problemas e aprendizagem com eles está a correr optimamente. Esperamos que continue.
O sono ontem era tanto que me esqueci de escrever isto. Chegamos à 1 da manhã a Bratislava, nós não sabíamos para onde ir, não tínhamos dinheiro local e só havia um taxista. Pagamos em dinheiro húngaro, uns trocos, e ele levou-nos a um sítio onde ficar.
República Checa, campos verdes, planos, plantados, florestas densas.
Passamos Brno. No comboio deu para ver a catedral. Bonita.
Logo a seguir a Brno o relevo da República Checa mudou. As planícies viraram montanhas, mas a paisagem continuou muito agradável.
Já arranjamos onde ficar em Praga. Numa pousada da juventude, o preço não foi mau, mas não há casa de banho no quarto. Mas é só por uma noite.
Amanhã há Praga, uma das cidades mais badaladas do mundo.
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